Globonews Especial exibido em 06.01.2008
"Cientista-robô
Kevin Warwick, professor da Universidade de Reading, na Inglaterra, fez história ao implantar no próprio corpo um chip capaz de - por exemplo - abrir portas automáticas ou acender as luzes de uma casa.
Warwick diz que o futuro será marcado pela integração entre o corpo humano e a máquina. Para ele, um dia os chips implantados no cérebro serão capazes de transmitir conhecimentos que - de outra maneira - precisariam de anos para serem adquiridos por um estudante em uma sala de aula."
Ciberinteligência, telepatia, computadores orgânicos, teletransporte, etc. Os nanorobôs já começam a fazer papel de médicos. Nanocâmeras serão biguebróderes; imagine o Plantão da Globo, ao vivo, direto do abdome do José Alencar dizendo que está tudo sob controle. A vida vai ficando cada vez mais interessante.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
O poder sedutor da Comunicação. É o OUTRO que importa.
No começo dos anos 90, logo depois que entrei no segundo semestre de Comunicação Social na PUC Minas, lembro-me de ter ficado particularmente impressionado com a definição a respeito de ideologia, dada por Ciro Marcondes Filho, em “Quem manipula quem” (Editora Vozes, 1991). Para os que viviam, como eu, aquele momento de “transição ideológica”, ainda entorpecidos pelo carnaval da Nova República e, no meu caso, deslumbrado pelo fortalecimento das classes operária e universitária, a formulação de Marcondes Filho caiu como um poderoso analgésico. Segundo o autor, “ideologia não é somente reflexo de uma orientação política. Mais do que isso, ela é uma ‘visão de mundo’ que comporta elementos culturais, estéticos, comportamentais, existenciais, morais e éticos”, e “a realidade é uma só. A maneira como cada um a vê e o que valoriza ao fazê-lo é um ato ideológico”. (pp. 48 e 49). Esse esclarecimento me tirou uma gigantesca carga da consciência, me liberando de uma quase neurótica indefinição vocacional para entrar de cabeça na profissão de publicitário, sem ter que rasgar o retrato do Che. Uma beleza de argumento. Começo daí a defesa que costumo fazer em relação ao poder da comunicação como ferramenta de convencimento: o que importa é o “outro”.
Convencer pelo discurso e seduzir pela estética são desafios absolutamente fascinantes, porque precisamos reinventar a roda todo dia, usando as ferramentas que nossa criatividade nos disponibiliza para conseguir transpor barreiras mentais e emocionais. Uma espécie de dança do acasalamento; um ritual de conquista, cujo segredo é a sensibilidade para o diálogo. Como dizia o jingle das Pernambucas: “não adianta bater, que eu não deixo você entrar”. É isso: qualquer malabarismo argumentativo, sempre dependerá da capacidade de negociação com os valores e com a forma de ver o mundo do sujeito receptor. A “comunicação de resultados”, a que convence, não o faz, em hipótese alguma, por hipnose. Neste casamento também o que vale é o interesse comum, e sua eficácia continuará atrelada à sua capacidade de despertar curiosidade.
Contra acusações sobre o suposto autoritarismo impositivo do discurso publicitário, tenho como óbvia a absoluta alteridade do indivíduo. Deus e os colegas de profissão sabem como é difícil tentar entender o universo e conseguir adular o público-alvo, cada vez mais inteligente, cada vez mais independente, sem desviar um milímetro da verdade da mensagem (dos serviços e produtos) que oferecemos. Não por acaso, a sedução publicitária tem se transformado numa arte cada vez mais sofisticada, tanto quanto os nossos diletos “interativespectadores”. Não basta ser o amante à moda antiga, do tipo que ainda manda (só) flores. Junto com o buquê, é preciso enviar a mala-direta perfumada; se possível, com um iPod de brinde. E não esquecer de ligar no dia seguinte.
Alunos do sexto semestre de Jornalismo da Unimep me pediram para escrever um artigo sobre o poder de convencimento da comunicação, para publicação no jornal-laboratório "Na Prática". É este.
Convencer pelo discurso e seduzir pela estética são desafios absolutamente fascinantes, porque precisamos reinventar a roda todo dia, usando as ferramentas que nossa criatividade nos disponibiliza para conseguir transpor barreiras mentais e emocionais. Uma espécie de dança do acasalamento; um ritual de conquista, cujo segredo é a sensibilidade para o diálogo. Como dizia o jingle das Pernambucas: “não adianta bater, que eu não deixo você entrar”. É isso: qualquer malabarismo argumentativo, sempre dependerá da capacidade de negociação com os valores e com a forma de ver o mundo do sujeito receptor. A “comunicação de resultados”, a que convence, não o faz, em hipótese alguma, por hipnose. Neste casamento também o que vale é o interesse comum, e sua eficácia continuará atrelada à sua capacidade de despertar curiosidade.
Contra acusações sobre o suposto autoritarismo impositivo do discurso publicitário, tenho como óbvia a absoluta alteridade do indivíduo. Deus e os colegas de profissão sabem como é difícil tentar entender o universo e conseguir adular o público-alvo, cada vez mais inteligente, cada vez mais independente, sem desviar um milímetro da verdade da mensagem (dos serviços e produtos) que oferecemos. Não por acaso, a sedução publicitária tem se transformado numa arte cada vez mais sofisticada, tanto quanto os nossos diletos “interativespectadores”. Não basta ser o amante à moda antiga, do tipo que ainda manda (só) flores. Junto com o buquê, é preciso enviar a mala-direta perfumada; se possível, com um iPod de brinde. E não esquecer de ligar no dia seguinte.
Alunos do sexto semestre de Jornalismo da Unimep me pediram para escrever um artigo sobre o poder de convencimento da comunicação, para publicação no jornal-laboratório "Na Prática". É este.
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Tropa e Ralo
Ainda bem que O Cheiro do Ralo me redimiu da Tropa de Elite. Que merda facista! O Cheiro, uma das mas contundentes obras do cinema brasileiro, além da sutileza em torno da bunda e da remissão ao trocadilho "rabo", é coisa de cinema europeu - no máximo, argentino. Tropa é uma ode ... deixa pra lá. É Paulo Coelho com Afanásio Jazadji: o raso com o escroto filhodaputa.
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
Powertube
O Youtube vai acabar aposentando o Powerpoint. Dentre os zilhões de arquivos - muitos, geniais -, andam transferindo os all-type (claro, e as musiquinhas também) pro webtubo. Este aqui é um chato de esquerda (Antonio Nóbrega ao fundo) contra a idiotice neo-brilhantino-fascistóide do "Cansei". Tá bom; melhor que fique no Youtube. Pelo menos param de enviar por e-mail aquelas (des)animações com flores e pores-de-sóis photoshopados girando sem parar, com trilha sonora de cartão americano. Haja saco!
domingo, 5 de agosto de 2007
Cansei. Anrram.
20/7/07 – “Assessor de Lula faz gesto surpreendente após reportagem”.
29/7/07 – “Em dado momento, os manifestantes começaram a gritar ‘Fora, Lula’”
1/8/07 – “Diálogos gravados na cabine do Airbus da TAM revelam que pilotos não conseguiram abrir o spoiler, equipamento de frenagem.”
17/8/07 – "Cansei"
Wadih Damous, presidente da OAB do Rio disse ao Paulo Henrique Amorim (2/7/07) que “o resultado previsível do movimento ‘Cansei’ é o ‘Fora Lula’”. Disse também que a OAB-RJ é contra o “Cansei” e não concorda que a OAB-SP tenha se tornado relações públicas do movimento.
“Algumas entidades que têm uma história não muito recomendável em termos de luta pela democracia integram esse movimento. A Fiesp, por exemplo, uma das artífices do Golpe de 1964. Algumas personalidades que também não primam muito pela defesa da democracia, por exemplo, o empresário João Dória Júnior” (...) “Eu me lembro que foi exatamente assim que se gestou o golpe de 64, com uma indefinição momentânea, com uma crítica muito genérica... e vai se caminhando em linha reta ... para o golpe”.
Leia http://conversa-afiada.ig.com.br/materias/447001-447500/447144/447144_1.html
Agora um tempero com um pequeno trecho de "O individualismo paradoxal: introdução ao pensamento de Gilles Lipovetsky, por Sébastien Charles (Lipovetsky, Gilles. Os tempos hipermodernos. Trad. Mário Vilela. São Paulo: Barcarolla, 2004). It's up to you.
“No fundo, trata-se de compreender que a pós-modernidade se apresenta na forma do paradoxo e que nela coexistem intimamente duas lógicas, uma que valoriza a autonomia, outra que aumenta a independência. O importante é entender bem que é a própria lógica do individualismo e da desagregação das estruturas tradicionais de normatização o que produz fenômenos tão opostos quanto o autocontrole e a abulia, o superempenho prometéico e a total falta de vontade. De um lado, mais tomada de responsabilidade; de outro, mais desregramento. A essência do individualismo é mesmo paradoxo. Ante a desestruturação dos controles sociais, os indivíduos, em contexto pós-disciplinar, têm a opção de assumir responsabilidade ou não, de autocontrolar-se ou deixar-se levar.”
29/7/07 – “Em dado momento, os manifestantes começaram a gritar ‘Fora, Lula’”
1/8/07 – “Diálogos gravados na cabine do Airbus da TAM revelam que pilotos não conseguiram abrir o spoiler, equipamento de frenagem.”
17/8/07 – "Cansei"
Wadih Damous, presidente da OAB do Rio disse ao Paulo Henrique Amorim (2/7/07) que “o resultado previsível do movimento ‘Cansei’ é o ‘Fora Lula’”. Disse também que a OAB-RJ é contra o “Cansei” e não concorda que a OAB-SP tenha se tornado relações públicas do movimento.
“Algumas entidades que têm uma história não muito recomendável em termos de luta pela democracia integram esse movimento. A Fiesp, por exemplo, uma das artífices do Golpe de 1964. Algumas personalidades que também não primam muito pela defesa da democracia, por exemplo, o empresário João Dória Júnior” (...) “Eu me lembro que foi exatamente assim que se gestou o golpe de 64, com uma indefinição momentânea, com uma crítica muito genérica... e vai se caminhando em linha reta ... para o golpe”.
Leia http://conversa-afiada.ig.com.br/materias/447001-447500/447144/447144_1.html
Agora um tempero com um pequeno trecho de "O individualismo paradoxal: introdução ao pensamento de Gilles Lipovetsky, por Sébastien Charles (Lipovetsky, Gilles. Os tempos hipermodernos. Trad. Mário Vilela. São Paulo: Barcarolla, 2004). It's up to you.
“No fundo, trata-se de compreender que a pós-modernidade se apresenta na forma do paradoxo e que nela coexistem intimamente duas lógicas, uma que valoriza a autonomia, outra que aumenta a independência. O importante é entender bem que é a própria lógica do individualismo e da desagregação das estruturas tradicionais de normatização o que produz fenômenos tão opostos quanto o autocontrole e a abulia, o superempenho prometéico e a total falta de vontade. De um lado, mais tomada de responsabilidade; de outro, mais desregramento. A essência do individualismo é mesmo paradoxo. Ante a desestruturação dos controles sociais, os indivíduos, em contexto pós-disciplinar, têm a opção de assumir responsabilidade ou não, de autocontrolar-se ou deixar-se levar.”
Comunicação com transparência. Parece óbvio, mas, nem sempre é.
Resolvi pensar um pouco a crise que a Unimep está enfrentando, do ponto de vista da Propaganda (e do Marketing, com perdão e licença dos peagadês). Sim, eu sei que o buraco é mais embaixo. É que muita gente ainda acha que publicitário é como aquele médico que diante da impossibilidade de curar o câncer, prefere fechar a ferida e mandar o paciente pra casa a fim de morrer em paz (no meu tempo tinha disso). Quem quiser se atualizar sobre o assunto. Então, foi isso que escrevi:
COMUNICAÇÃO COM TRANSPARÊNCIA – FERRAMENTA PARA VENCER A CRISE
Wesley Lopes Honório
A Universidade é uma instituição construída para a educação e para a democracia. Tem, portanto, o DNA da transparência. A política das “portas abertas” e do compartilhamento de decisões que se fortaleceu no ambiente corporativo público e privado na última década, são hábitos que já fazem parte da natureza universitária. Mas, “se for para ficar nu, é melhor estar em forma”, como aconselham Don Tapscott e David Ticollos em A Empresa Transparente. De acordo com esses autores, na era da transparência as empresas devem se apresentar “visíveis para seus acionistas, clientes, funcionários, parceiros e para a sociedade”.
Coragem para expor os problemas
A garantia de sobrevivência das marcas é a sua capacidade de manter uma relação aberta com a sociedade. As atitudes honestas e transparentes estão em alta e as corporações se deram conta que seu ativo principal é a imagem e, ao invés de produtos, vendem confiança. Desde a adesão dos funcionários, com programas eficientes de responsabilidade social, até a relação que estabelecem com as comunidades das quais fazem parte, tudo entra no pacote da credibilidade. Se esses princípios estiverem bem estabelecidos, a empresa poderá expor seus problemas independentemente da sua gravidade. No caso de uma instituição como a Unimep, ter a coragem de se comunicar com transparência, com sobriedade e profissionalismo é tarefa relativamente simples, porque conta com o apoio espontâneo da comunidade.
Valorização da imagem em um novo ambiente
Alguém já disse que “a única companhia que jamais conhecerá uma crise é aquela que já foi à falência” e a Unimep está vivendo uma de suas mais importantes crises institucionais. Por mais que a instituição tenha aprendido com as lições do passado, os problemas financeiros e os conflitos de ordem política e administrativa contaminaram – com medidas que ainda precisam ser investigadas – a opinião pública, e não podem ser encarados ingenuamente como questões políticas contornáveis, sem que se leve em conta a importância do prejuízo à imagem institucional. A crise financeira e a política podem ser defrontadas sem, necessariamente, a perda de confiança da comunidade; mas, a crise de imagem, sem cuidadosa avaliação e diligência, pode afetar a reputação de forma devastadora. É preciso muito cuidado para não tomar o aprendizado com as crises do passado como parâmetro para solucionar os problemas de hoje. O ambiente não é mais o mesmo. Na sociedade da informação viral, em que a opinião das minorias vem embalada pelo descrédito nas instituições e por supostas teorias conspiratórias, pequenas ondas se transformam em tsunamis. Se o alicerce da confiança for atingido, até campanhas publicitárias podem agravar a situação.
O exemplo do McDonald’s
Guardadas as devidas proporções e considerada a natureza funcional da Universidade, a recente campanha publicitária do McDonald’s para recuperar sua imagem – veiculada nas principais revistas semanais brasileiras –, demonstra a dificuldade que a comunicação enfrenta quando precisa apagar incêndios. Os anúncios de página-dupla da rede de fast-food expuseram em detalhes (incluindo um guia nutricional encartado), a sua política de mudanças e o reposicionamento ético em relação à abordagem dos anúncios dirigidos às crianças em idade pré-escolar. Outros exemplos poderiam ser listados, mas importa ressaltar a extrema importância que a imagem da empresa/instituição adquiriu a partir do final do século passado. O patrimônio físico continuará sendo menor que os ativos intangíveis porque é o patrimônio da marca que fica na mente das pessoas.
COMUNICAÇÃO COM TRANSPARÊNCIA – FERRAMENTA PARA VENCER A CRISE
Wesley Lopes Honório
A Universidade é uma instituição construída para a educação e para a democracia. Tem, portanto, o DNA da transparência. A política das “portas abertas” e do compartilhamento de decisões que se fortaleceu no ambiente corporativo público e privado na última década, são hábitos que já fazem parte da natureza universitária. Mas, “se for para ficar nu, é melhor estar em forma”, como aconselham Don Tapscott e David Ticollos em A Empresa Transparente. De acordo com esses autores, na era da transparência as empresas devem se apresentar “visíveis para seus acionistas, clientes, funcionários, parceiros e para a sociedade”.
Coragem para expor os problemas
A garantia de sobrevivência das marcas é a sua capacidade de manter uma relação aberta com a sociedade. As atitudes honestas e transparentes estão em alta e as corporações se deram conta que seu ativo principal é a imagem e, ao invés de produtos, vendem confiança. Desde a adesão dos funcionários, com programas eficientes de responsabilidade social, até a relação que estabelecem com as comunidades das quais fazem parte, tudo entra no pacote da credibilidade. Se esses princípios estiverem bem estabelecidos, a empresa poderá expor seus problemas independentemente da sua gravidade. No caso de uma instituição como a Unimep, ter a coragem de se comunicar com transparência, com sobriedade e profissionalismo é tarefa relativamente simples, porque conta com o apoio espontâneo da comunidade.
Valorização da imagem em um novo ambiente
Alguém já disse que “a única companhia que jamais conhecerá uma crise é aquela que já foi à falência” e a Unimep está vivendo uma de suas mais importantes crises institucionais. Por mais que a instituição tenha aprendido com as lições do passado, os problemas financeiros e os conflitos de ordem política e administrativa contaminaram – com medidas que ainda precisam ser investigadas – a opinião pública, e não podem ser encarados ingenuamente como questões políticas contornáveis, sem que se leve em conta a importância do prejuízo à imagem institucional. A crise financeira e a política podem ser defrontadas sem, necessariamente, a perda de confiança da comunidade; mas, a crise de imagem, sem cuidadosa avaliação e diligência, pode afetar a reputação de forma devastadora. É preciso muito cuidado para não tomar o aprendizado com as crises do passado como parâmetro para solucionar os problemas de hoje. O ambiente não é mais o mesmo. Na sociedade da informação viral, em que a opinião das minorias vem embalada pelo descrédito nas instituições e por supostas teorias conspiratórias, pequenas ondas se transformam em tsunamis. Se o alicerce da confiança for atingido, até campanhas publicitárias podem agravar a situação.
O exemplo do McDonald’s
Guardadas as devidas proporções e considerada a natureza funcional da Universidade, a recente campanha publicitária do McDonald’s para recuperar sua imagem – veiculada nas principais revistas semanais brasileiras –, demonstra a dificuldade que a comunicação enfrenta quando precisa apagar incêndios. Os anúncios de página-dupla da rede de fast-food expuseram em detalhes (incluindo um guia nutricional encartado), a sua política de mudanças e o reposicionamento ético em relação à abordagem dos anúncios dirigidos às crianças em idade pré-escolar. Outros exemplos poderiam ser listados, mas importa ressaltar a extrema importância que a imagem da empresa/instituição adquiriu a partir do final do século passado. O patrimônio físico continuará sendo menor que os ativos intangíveis porque é o patrimônio da marca que fica na mente das pessoas.
Eu te disse, eu te disse...
Foi a primeira coisa que me veio à cabeça quando anunciaram o nome do Jobim para Ministro da Defesa: taí o candidato do Lula! "Será???", alguém me disse duvidando. Agora saiu a matéria de capa da Carta Capital. Ele já havia sido sondado para a vice-presidência na chapa petista. Jobim é forte. Só de servir de trincheira contra o bosta-mole do Alckmin já é grande coisa. E contra o meu conterrâneo, o playboy das alterosas. Gente boa, que cê pricisa vê, minino!
Assinar:
Postagens (Atom)